django unchained.

“No barroquismo de Django livre cabe naturalmente todo o espectro dramático do faroeste espaguete, do operístico à la Sergio Leone ao circense dos filmes de Trinity, passando pelo lirismo irresistivelmente kitsch das cenas de amor.

Faltou dizer que a estetização da violência e da morte, central ao gênero, encontra em Tarantino um entusiasmado praticante. É visível o prazer com que ele filma o sangue tingindo de vermelho o branco: no campo de algodão, no cavalo de um bandido fuzilado, no cravo branco no peito do escravagista. No contexto de um filme realista, essa profusão sangrenta seria intolerável. No mundo pop-cartunesco de Tarantino, é uma festa para os sentidos.”

José Geraldo Couto. O vermelho e o negro de Tarantino. Blog do IMS.

http://www.blogdoims.com.br/ims/o-vermelho-e-o-negro-de-tarantino/

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: