amsterdam – parte I.

Depois de acordar às 4h30 da manhã, ir para a estação no dia errado, ficar puta da vida etc etc, no dia 25 de maio voltei para a estação, cheguei uma hora antes do horário marcado, mas dessa vez fui para Amsterdam. Yay! A minha escola tem um social programme e oferta várias atividades todos os dias, inclusive viagens pelo Reino Unido e para outros países. Achei mais conveniente ir de excursão e, além do mais, saía bem mais barato. Enfim, saímos de Embankment às 6h20 da manhã de ônibus. Aliás, conselho: nunca façam essa viagem de ônibus. Fizemos uma parada, mais pessoas entraram no ônibus e poucas milhas depois estávamos na imigração francesa. Eles estavam atrasados, ficamos um tempão mofando por lá, mas o guia conversou com a imigração e, não sei como, convenceu a galera a deixar a gente passar. Depois disso fomos direto para o Channel tunnel. Vocês me perguntarão o que é o Channel Tunnel e eu lhes responderei que é um túnel de cinquenta quilômetros QUE PASSA DEBAIXO DO MAR. Sim, tu sai da Inglaterra e cai na França. Mas peraí, o ônibus passa pelo túnel como? DE TREM. Poisé, me caiu os butiá dos bolso também. O ÔNIBUS ENTRA DENTRO DO TREM. E O TREM ATRAVESSA O MAR. HUMANIDADE ALOKA. Poisé, chegamos no norte da França, depois atravessamos a Bélgica, depois andamos mais uma caralhada de quilômetros na Holanda até chegar em Amsterdam. Onze. Horas. De. Viagem. Em um ônibus que os bancos não eram reclináveis. Com um coreano roncando ao meu lado e um ucraniano invadindo meu espaço no banco.

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Ok, chegamos e fomos direto para o barquinho e demos um rolê nos canais. Sensacional, né, cara. Eu sempre ficava me beliscando e me lembrando que eu estava em Amsterdam. Que dia eu imaginaria que iria para Amsterdam? Nunca. A cidade é muito fofa, as casinhas são lindas, dá vontade de entrar em uma delas e conhecer quem vive ali. Quando passava pelas casas de barco, eu tinha que olhar dentro delas e ver como eram as casas daquelas pessoas.

a minha casa preferida

Depois seguimos para o hostel St. Christopher’s at the Winston, que eu recomendo fortemente, bem no miolinho de Amsterdam. Depois de nos acomodarmos, fomos para o tour no Red Light District. Quando pisamos para fora do hostel, começou uma chuvona, então andamos pelas ruas bem rapidinho. Bom, o red light é bem pequeno, na verdade, com umas três ruas apenas. É aquilo que todo mundo fala: vitrines com mulheres de lingerie, algumas magras, algumas gordas, algumas brancas, algumas negras, algumas brasileiras, algumas do leste europeu, algumas falando ao telefone, algumas rebolando e dançando. E algumas são homens. 

red light district

Seguimos depois para o Bulldog, o coffeeshop mais famoso de Amsterdam – sem o guia, claro. A primeira pergunta que todo mundo me faz foi se eu comi o space cake. A resposta é: não. Por quê? Primeiro porque fui com um grupo de pessoas muito sem noção. A última coisa que eu queria no universo era ficar com aquele bando de gente chata emaconhada ainda por cima. E segundo que não é bem a minha praia, daí fui comer um waffle e voltei para o hostel.

Segue em breve a segunda parte do relato.

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2 comments
  1. lunacaifan said:

    Haha! Que bacana!! Todos me perguntam se eu comi o tal bolo também, eu adorei o Bulldog é bem legal mesmo, é uma pena não te encontrar em Londres quando eu voltar, mas sempre teremos uma oportunidade de nos encontramos!!

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