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música

1. Elles: mulheres artistas na coleção do Centro Pompidou, no CCBB-BH

28 de agosto a 21 de outubro

2. Grimes – Visions (2012)

“”Post-internet” is a term that’s stuck all too easily (guilty as charged) to Grimes’ airy cyborg-pop, thanks in part to her endless quotability in acknowledging the digital world’s influence on her aesthetic (“The music of my childhood was really diverse because I had access to everything.”) But Visions, the latest and best album from one-woman project of Montreal-based Claire Boucher, complicates the all-too-tidy “post-internet” tag by bringing into focus the many contrasts at the heart of her music: tensions between pop structure and diffuse atmosphere, between technology and the human body, between sensory-overloaded hyper-presence and transcendence. More solidly constructed and a lot more fun to listen to than anything she’s put her name to so far, the electro cotton-candy of Visions is an inviting entrance into Grimes’ peculiar kind of bliss.” Retirado de: http://pitchfork.com/reviews/albums/16211-grimes-visions/

Sexta-feira combinei de encontrar com meu amigo 12h na Victoria Coach Station. Compramos nossa passagem pela Megabus por £10 e demos um rolé até às 16h, horário que o ônibus partia. Eu não sabia que aqui na Inglaterra os ônibus não faziam paradas e iam direto para o destino. Ao contrário do Brasil, que de tempos em tempos as companhias são obrigadas a fazer paradas, aqui não teve disso não. Foram seis horas de viagem direto, parando em algumas estações para o pessoal descer e outras pessoas entrarem e para trocar de motorista. Além disso, não tem dessa de reclinar a cadeirinha para tirar aquele ronco. Semi-leito da São Geraldo dá de 10 a 0. E o banheiro, cara? A descarga não funcionava. A privada funcionava como um baldezinho em que o mijo se acumulava ali. Não estou zoando. Enfim.. Chegamos em Liverpool e… Vai ver é porque eu estou acostumada com o ritmo de Londres, mas minha primeira impressão era de que Liverpool é uma roça, haha.

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A trilogia de Nova York, de Paul Auster. É uma série de novelas (Cidade de vidro, Fantasmas e Quarto fechado) publicada nesse único volume, em 1987. Acredito que seja o livro mais conhecido e importante de Paul Auster. Li apenas TimbuktuSunset park e deu vontade de conhecer um pouco mais a sua obra. Estou ainda na primeira novela. Segue um trechinho:

E depois, mais importante que tudo: lembrar quem sou. Lembrar quem se supõe que eu seja. Não acho que se trate de um jogo. Por outro lado, nada está claro. Por exemplo, quem é você? E se você acha que sabe, por que continua a mentir? Não tenho resposta. Tudo o que posso dizer é o seguinte: ouçam-me. Meu nome é Paul Auster. Este não é meu nome verdadeiro.” (AUSTER, 1999, p. 50)

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Café Biografias. Café situado na varandinha do segundo andar do edifício Arcângelo Maletta. Como disse a Laura, é bom tomar café e ver a vida acontecendo lá embaixo. Fui lá na hora do rush e é mesmo bom relaxar e ver as pessoas saindo do trabalho, fazendo o que quer que seja que elas fazem ali embaixo, na rua da Bahia. Além do visu, meus cumprimentos aos sanduíches incríveis a preços satisfatórios e os cafés gostosos. Vale muito a pena.

Murder Ballads, Nick Cave and the Bad Seeds. Álbum mais tocado no meu iPod nos últimos dias. Não conhecia Nick Cave, podem me julgar. Esse foi o primeiro álbum que caiu nas minhas mãos. Quero me casar com Henry Lee, o dueto com a PJ Harvey

Título auto-explicativo. Uma lista de músicas para ouvir na hora de arrumar a casa. Para dar aquele ânimo. Lista bem heterogênea, cheia de amor para dar e receber.

1. Nobody but me – The Human beinz

2. Daddy cool – Boney M. 

3. George Michael – Freedom! ’90

4.. Suspicious minds – Fine Young Cannibals

5. Brass in pocket – The Pretenders

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Game of thrones. Os últimos serão os primeiros. Comecei a assistir uma das séries mais badaladas dos últimos anos com dois anos de atraso. E olha, que baita série. Vale todo o auê. Série da HBO, 55 minutos por episódio que você nem vê passando direito.

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Se você não sabe do que se trata – o que acho pouco provável, essa série conta a história de uma confusão em busca de poder entre famílias nobres pelo Iron Throne dos Seven Kingdoms. Treta em cima de treta, todo mundo querendo tirar o seu da reta e querendo levar vantagem. Ninguém tem caráter, exceto pela família Stark, que obviamente só leva ferro por causa disso. A série é a adaptação de A song of ice and fire, do George R.R. Martin.

m b v. Novo álbum de My bloody valentine. Depois de 22 anos de silêncio, vem esse lançamento. Fintchi. Dois. Anos. Depois. Poisé, muitas promessas entre esses anos… Aliás, o fato de ter acontecido o lançamento tem dado mais bafafá que o álbum em si, pelo que tenho visto. Bueno, no momento em que digito esse post, estou ouvindo pela primeira vez o álbum. Talvez depois de ouvi-lo de cabo a rabo por pelo menos cinco vezes, deitada na minha cama, sem multitaskear, posto mais sobre ele. Digo apenas que: já está enternecendo meu coração.

Mostra Inéditos/Passou batido em BH. No Palácio das Artes, cine Humberto Mauro, de 04 a 28 de fevereiro, está acontecendo essa mostra com título auto-explicativo. Aqueles filmes que estavam no circuito ano passado e que você perdeu. Tem Drive, Cosmopolis, O som ao redor, Fausto… Ingressos a cinco conto, dois e cinquenta a meia. Todos os dias, com sessões a partir das 17h. Sensacional.

Link para zapear o calendário: http://www.palaciodasartes.com.br/agenda/3089,ineditospassou-batido-em-bh.aspx